Liste ações, não apenas nomes de cargos
O título gestor não informa se a pessoa precisa apenas ler um perfil, registrar uma avaliação ou alterar uma decisão. Para cada papel, escreva as ações necessárias e em quais projetos elas se aplicam. Depois compare essa necessidade com os recursos efetivamente oferecidos pelo fornecedor.
Separe acesso ao projeto de acesso a tipos de informação. Um participante pode precisar avaliar experiência profissional sem executar exportações ou administrar usuários. Não considere essa separação disponível em qualquer software ou plano; peça para vê-la na demonstração.
Um modelo de matriz para discutir internamente
Use os exemplos abaixo como ponto de partida, não como configuração obrigatória. A empresa deve ajustar os papéis à sua rotina. Para cada linha, registre projetos permitidos, informações necessárias, ações autorizadas e responsável pela aprovação do acesso.
- RH operacional: organiza oportunidades e acompanha as etapas sob sua responsabilidade.
- Gestor da obra: consulta as oportunidades designadas e registra a avaliação que lhe cabe.
- Responsável pela decisão: consolida a conclusão dentro do fluxo definido pela empresa.
- Administrador: gerencia contas e configurações previstas, sem que isso substitua responsabilidades de seleção.
- Participante temporário: executa uma tarefa delimitada, com revisão do acesso ao encerrá-la.
Diferencie autenticação, autorização e informação ausente
Uma falha de acesso pode ter causas distintas. A pessoa pode não conseguir entrar na conta, entrar mas não ter autorização para determinado projeto ou abrir o perfil e encontrar um campo que não foi preenchido. Liberar mais dados indiscriminadamente não resolve esses três casos.
Peça mensagens que ajudem a reconhecer a situação e um canal para encaminhá-la. No registro de uma ocorrência, informe usuário afetado por um identificador adequado, projeto, ação esperada e mensagem apresentada. Evite compartilhar senhas ou capturas com dados pessoais desnecessários para o diagnóstico.
Teste com o papel real do participante
A visualização do administrador não comprova a experiência do gestor. Em um ambiente acordado, teste o papel correspondente com dados fictícios ou autorizados. Confira tanto o que deve funcionar quanto o que deve permanecer indisponível.
Exemplo fictício: o gestor da obra A consegue consultar e avaliar as oportunidades de A, mas não as de B. Um teste completo verifica os dois resultados e confirma se o participante pode voltar à lista correta. Não basta abrir um link como administrador e concluir que todos terão a mesma experiência.
- Entrada na conta pelo fluxo normal.
- Abertura do projeto autorizado e de um perfil esperado.
- Consulta dos campos necessários à tarefa.
- Execução da ação permitida e conferência do resultado.
- Verificação de que uma ação não autorizada permanece bloqueada.
- Revisão do acesso quando a participação termina.
Defina uma rotina de entrada, mudança e saída
Registre quem solicita e aprova cada acesso. Quando alguém muda de obra ou deixa de participar da seleção, reveja os projetos e ações necessários. Use contas individuais e um processo de recuperação autorizado pelo fornecedor; o compartilhamento de uma conta dificulta identificar quem fez um registro.
Na avaliação da RHYSCAN, apresente sua matriz e confirme o que o produto e o plano suportam. Este roteiro é uma proposta de organização e teste, não uma declaração de certificação de segurança nem de funcionalidades ainda não verificadas. As permissões precisam atender à finalidade do processo e às regras adotadas pela empresa.
Conversar com a RHYSCAN sobre esta necessidade