Delimite quais atividades entram na comparação
Liste as tarefas que o sistema pretende apoiar, como localizar registros, atualizar listas, organizar decisões e consolidar informações por obra. Observe um período representativo e registre o tempo utilizado. Não inclua toda a jornada do RH como se fosse trabalho que o software eliminaria.
Mantenha fora da estimativa de redução as atividades que continuarão necessárias, como entrevista, avaliação técnica e decisão de contratação. Se não houver medição, identifique os números como estimativa inicial e defina como serão conferidos durante uma avaliação prática.
Um exemplo simples de custo operacional
Neste exemplo fictício, duas pessoas gastam, cada uma, três horas por semana consolidando listas e decisões. A empresa adota quatro semanas como convenção para esse cálculo e um custo de trabalho estimado de R$ 50 por hora. O esforço considerado é de 24 horas e seu valor estimado é R$ 1.200 no período.
O cálculo é 2 × 3 × 4 = 24 horas; depois, 24 × R$ 50 = R$ 1.200. Esses valores não representam custos da RHYSCAN ou de um cliente. A convenção de quatro semanas também não equivale à duração exata de todos os meses.
- Quantidade de participantes na atividade.
- Horas efetivamente dedicadas por participante.
- Período e convenção usados na conta.
- Custo por hora definido internamente.
- Fonte da medição ou identificação explícita de estimativa.
Tempo liberado não é redução automática de despesa
Suponha, ainda no exemplo fictício, que um piloto meça 12 horas para a mesma atividade. A diferença é de 12 horas, avaliadas em R$ 600 pela convenção adotada. Isso representa capacidade de trabalho potencialmente liberada, não dinheiro que necessariamente deixará de sair do caixa.
Antes de afirmar economia, esclareça o que acontecerá com esse tempo e quais despesas de fato mudam. Também confirme se volume, complexidade e qualidade da entrega foram semelhantes nos dois períodos. Um processo menor não é prova de ganho causado pelo sistema.
Separe custos recorrentes e de implantação
Peça uma proposta que discrimine assinatura, implantação, treinamento, migração, integrações e ampliações quando aplicáveis. Identifique itens incluídos, opcionais e não disponíveis. Considere também o esforço interno de organizar cadastros e treinar participantes.
Compare fornecedores no mesmo horizonte de análise e com a mesma necessidade de uso. Uma mensalidade isolada não mostra o compromisso de uma contratação com permanência mínima nem eventuais custos de expansão. As condições válidas são as da proposta apresentada à empresa.
Documente benefícios que ainda não podem ser monetizados
Contexto por obra, facilidade para localizar decisões e continuidade do histórico podem ser relevantes mesmo sem uma cifra atribuída. Defina uma forma de observar cada benefício. Por exemplo: um gestor consegue identificar a decisão correta sem pedir uma segunda planilha ao RH?
- Problema atual, evidência e responsável pela medição.
- Mudança esperada e teste que poderá confirmá-la.
- Custo previsto, hipótese e limite de confiança.
- Pendências técnicas ou comerciais antes da decisão.
- Critério para revisar a contratação após o início do uso.
Como comparar a proposta RHYSCAN
A proposta RHYSCAN reúne acesso a profissionais mapeados conforme a cobertura contratada e ATS para a seleção por projeto e obra. Na análise interna, diferencie o valor da informação de mercado do apoio à organização do processo. Evite contar o mesmo benefício duas vezes.
Solicite escopo, limites, condições de expansão e vigência. A análise de custo ajuda a decidir com critérios explícitos; não permite prometer retorno, economia ou quantidade de contratações antes de medir o uso real.
Conversar com a RHYSCAN sobre esta necessidade